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Oração

Deitei ontem a noite com uma pergunta na mente, e com duvidas de quais serão os próximos passos…pensei, respostas que só o tempo vai trazer.

Acorda, e depois do processo da manhã, senta para fazer as orações matinais, senta abre o livro em uma página “random” e me sai a seguinte oração:

Louvado seja Teu nome, ó meu Deus e Deus de todas as coisas; minha Glória e a Glória de tudo, meu Desejo e o Desejo de todos os seres, meu Apoio, meu Rei, meu Possuidor e o Apoio, o Rei e o Possuidor de todas as coisas, meu alvo e o Alvo de toda a criação, Quem me vivifica e a tudo que foi criado. Não deixes que eu me afaste do oceano da Tua misericórdia – imploro-Te – nem que eu me detenha longe das plagas da Tua proximidade.

Nada, a não ser Tu, ó meu Senhor, me é proveitoso, e benefício algum me é trazido pela aproximação de outro, que não sejas Tu. Imploro-Te, pela abundância das Tuas riquezas, graças às quais dispensaste tudo salvo a Ti Próprio, que me incluas no número dos que volveram a face em Tua direção e se levantaram para Te servir.

Perdoa, pois, Teus servos e Tuas servas, ó meu Senhor. Em verdade, Tu és a Eterna Clemência e o Mais Compassivo.

Bahá’u'lláh

E ai?

 
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Publicado por em 26 de maio de 2012 em Oração

 

Continuação da história

…Conhecemos seus amigos, nos apresentamos, não somos daqui, moramos aqui perto,  estamos aqui porque, um Templo esta sendo construído, e não demorou muito ate que começou a chuva de perguntas. “O que é a fé bahá’í? Em que acreditam? Para que um Templo? “Por exemplo se eu sou budista, e meu amigo cristão como fazem?” “Sempre busquei uma religião que tivesse todas as religiões juntas, disse um deles” Como se conheceram? Como chegaram aqui? Como se sustentam? O que fazem? Depois de todas as perguntas respondidas, saímos para tomar um café como combinado anteriormente. Outra jovem que esta fazendo o livro 1 e acompanhando uma Aula Bahá’í para Criança também se juntou e como sempre começamos a caminhar para tomar o bus. Parecia que se conheciam fazia tempo, começaram a conversar e tirar duvidas, a que já estava envolvida expressava o que sentia e sabia sobre a fé e o Instituto, trocavam perguntas e respostas “Faz muito tempo que você os conhece? Esta sempre com eles? O que fazem juntos? Participa dos encontros? O que é isso em suas mãos (estava segurando um folheto da Fé Bahá’í e um livro de orações que tinha ganhado nesse mesmo dia depois de concluir a Unidade 1 do livro 1) “Também quero fazer esse livro!”

Alegria que podia se ver fácil no meu rosto, sentado no bus, olhando ao redor os sorrisos de todos os jovens presentes, diferentes países, diferentes realidades, conheceram a fé em diferentes contextos de sua vida, e todos com um mesmo propósito “percorrer o caminho de serviço”.

 
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Publicado por em 24 de maio de 2012 em Santiago Cobra Impulso

 

Visita as familias dos prejovens!

Já tentei escrever uns 3 parágrafos para introduzir o tema, mas a vontade de poder transmitir o que sinto agora é tanta que não encontro as palavras adequadas. Visitar as famílias dos 125 prejovens que estão envolvidos no programa durante a fase de expansão (esse numero pode não impressionar muito quando lido uma vez, mas agora sabendo que em Fevereiro deste ano, em esta mesma comunidade, tinham 20 prejovens no programa talvez ajude a entender um pouco a emoção). Meta essa que foi oferecida aos colaboradores e monitores dos grupos pelas agencias apos consulta no começo deste mês com Conselheiro do Centro Internacional Sr. Malitonga.

Sem mais enrolação, agora sim posso chegar aonde quero. Já no terceiro dia de campanha e escutando inúmeras historias compartilhadas pelos amigos, o ego bateu e me perguntava “quando vou poder contar uma historia”.

            Dito e feito, no mesmo dia fomos visitar um prejovem, convidados para almoçar junto a família, tivemos uma linda oportunidade de apresentar o programa e fazer a amizade sincera que este espaço oferece. Uma irmã mais velha do prejovem se apaixona pelo programa (ao ter livro Brisas de Confirmação em suas mãos lê e faz algumas perguntas, e digo “desculpe, esqueci de trazer o outro livro” e ela “o pra mim?”), adora a ideia de poder contribuir para a melhora da comunidade, que o material vai ajudar seu irmão em vários aspectos. Conversamos sobre diversos assuntos, estudo, trabalhos, modos de diversão, amigos, família, dificuldades, alegrias, etc. Como era a primeira visita e a intensão era nada mais nada menos que apresentar o programa e conhecer a família, nos despedíamos depois de uma maravilhoso almoço e sobremesa, e antes de sair fomos convidados para voltar mais tarde para um lanche, aonde queriam conversar e conhecer mais sobre a fé bahá’í, e além disso estaria convidando seu namorado e melhor amiga para escutarem também. “Claro, temos mais uma visita a fazer, e depois uma reunião, assim que terminar voltamos a para conversar.”

            Como combinado voltamos mais tarde, sala cheia, lanche na mesa, vamos ao que interessa…

to be continue…

 
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Publicado por em 22 de maio de 2012 em Santiago Cobra Impulso

 

Visita de Conselheiras ao Projeto

Visita de Conselheiras ao Projeto

Amigos,

Gostaria de compartilhar um pouco o que foram os ultimos 2 dias aqui no Projeto Santiago Cobra Impulso, poucos sabem detalhes de como esta a intensidade de atividades por aqui e muito menos ideia do esforço dos Conselheiros para estarem acompanhando-nos ombro a ombro.

Temos um Conselheiro que vive em nosso agrupamento, e faz uma semana que temos mais uma Conselheira de visita (indo aos grupos de Prejovens nas escolas, e depois participando da reflexão de monitores e avaliação dos grupos).

Falando dos 2 ultimos dias, essa mesma Conselheira participou da nossa reunião de colaboradores (reunião que temos todas as quintas de manhã, para tratar de asuntos da semana, fazer profundização em guias e históorias da Fé, compartilhar experiências da semana, e também espaço para os Coordenadores lançarem mais metas, e celebrar os “logros”.) Em especial nesta quinta tivemos a ilustre presença de uma Conselheira e um Membro do Corpo Auxiliar, que nos bridaram na parte de profundização com uma palestra dada pelo Membro da Casa Universal de Justiça Dr. Arbab, para uma comunidade da Colombia:

  • Temos varios desafios pela frente, entre eles dois que são complementares: SER algo e FAZER algo.
  • Ser: o primeiro passo a ser dado para ser um bahá’í é dedicar meu tempo para purificar meu coração, e esse esforço deve ser diário. Se meu coração esta puro, assim posso refletir o que é ser um bahá’í e assim começa a desenvolver outras qualidades como: veracidade, honestidade, generosidade…Estar purificando o coração dos desejos mundanos, deixar de lado o egoísmo, ter Bahá’u'lláh como o centro de nossas vidas.
  • Uma coisa é acreditar em Bahá’u'lláh, outra é ter isso no centro de nossa vida, uma coisa é pensar em que EU quero, e outra é o que quer Bahá’u'lláh de mim.
  • É claro que podemos seguir trabalhando e estudando, mas sempre recordando qual é o centro de nossas vidas, assim é possivel seguir estudando e profundizando nos escritos bahá’ís, e sabendo que o meio mais potente de purificação é a Palavra de Deus.
  • Nossos olhos estam focados em o que somos, estamos sempre olhando para nós mesmos e não a Deus, temos que sair do centro de nossa existência e ter Bahá’u'lláh como o centro, assim vamos deixar de ver nossas debilidades e sim o Poder dEle.
  • Hacer: sempre nos perguntamos o que gosto de fazer? Ou como posso demonstrar para o mundo meus talentos?
  • Isso é quando estamos no centro de nossa existência, quando temos Bahá’u'lláh como o Cento, o que temos que fazer é ENSINAR.
  • A base de tudo isso é falar da Fé Bahá’í e da Beleza desta Fé.
  • O ensino individual é como oração, um dever de cada crente.
  • Agora, para SER e FAZER tem que tomar UMA decisão: sair do centro do meu ser.
  • Que Ele seja o primeiro e último pensamento do dia de cada um.

to be continue…

 
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Publicado por em 5 de maio de 2012 em Santiago Cobra Impulso

 

Voluntariar na construção do Templo em Santiago

Galera brasileira,

Confesso que de vez em quando bate uma saudade da terra natal, mas a alegria e bênçãos são inúmeras, e são elas que gostaria de compartir com todos. Para os que não estão entendendo do que estou falando, esse ano vim como pioneiro para Santiago, Chile, para colaborar com a construção da comunidade que estará pronta para receber o Templo Madre de Sudamérica, são muitas as oportunidades de serviço aqui, e a partir deste ano muitos terão essa chance.

Aqueles que gostariam de se oferecer por algum tempo (algumas semanas, um ou mais meses, ou um ano) de serviço as portas estão abertas. Mas antes tem preencher um formulário nesta página (http://templo.bahai.cl/voluntariado.htm).

Estou a disposição para esclarecer qualquer dúvida pelo facebook.

Forte abraço,

Anis Sami Silva

OBS: outro link de acesso: (http://templo.bahai.cl/)

 
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Publicado por em 1 de maio de 2012 em Uncategorized

 

Mensagem aos crentes no Berço da Fé

Jovens do Brasil,

Espero que todos estejam bem nessa reta final do ano de 2011, sei de vários que estão concluindo seus cursos na faculdade, outros fazendo pós, alguns casando, enquanto outros já estão tendo seus primeiros filhos. Também fiquei sabendo de alguns que estão se levantando para ano de serviço, como outros que estão se levantando como Pioneiros para contribuir cada um com a sua parcela para o avanço deste Plano.

Os amigos notaram que em anexo à Carta de Dezenove Dias do mês bahá’í Qawl (Discurso), a Assembléia Espiritual Nacional enviou uma mensagem da Casa Universal de Justiça aos bahá’ís no Berço da Fé em 02 de abril de 2010. De forma que esta fosse lida e estudada por um maior número de amigos possíveis, principalmente pela juventude bahá’í face aos importante temas abordados.

Aproveito para copiar a mensagem aqui no blog para aqueles que não receberam, ou ainda não tiveram tempo de abrir a mensagem.

Tradução:

                                              2 de abril de 2010

Aos crentes no Berço da Fé

Amigos ternamente amados,

Na carta que lhes mandamos em 24 de novembro de 2009, tratamos do assunto da família e seu papel no avanço da civilização, chamando sua atenção à necessidade de educar as crianças de modo que vejam seu próprio bem-estar como inseparável do bem-estar dos outros. Ao mesmo tempo em que enfatizamos a importância da solidariedade na família, especialmente por se referir ao progresso social, pedimos cuidado em relação a isso, para evitar que a dedicação aos interesses da família reduza o compromisso com a justiça e a compaixão por todos, ou apresente alguma desculpa para a perpetuação de uma mentalidade prejudicial de “nós e eles”. De fato, há muitas maneiras de uma família poder contribuir para a vida da sociedade – por exemplo, como uma unidade econômica, pode desempenhar um papel significativo para suavizar uma diversidade de problemas nascidos de desigualdades econômicas tão predominantes no mundo atual.

A relativa prosperidade desfrutada pelos bahá’ís do Irã no passado pode ser atribuída à cultura que dá grande ênfase à educação e aprendizagem e considera o exercício assíduo e honesto de uma atividade comercial ou profissional útil, em espírito de serviço, como um ato de adoração. As condições sociais e econômicas atuais do Irã, combinadas com as restrições tão injustamente impostas a vocês por algumas autoridades nos anos recentes, tornaram difícil para vocês o acesso à educação superior, para assegurar emprego estável e para servir à comunidade mais ampla. Nós ficamos satisfeitos em saber que, apesar de tais obstáculos, vocês estão se esforçando para passar aos seus filhos a cultura que deve distinguir a sua comunidade. Sem dúvida, o desenvolvimento social e econômico de sua nação irá requerer, especialmente entre suas gerações mais novas, uma mudança radical de perspectiva que transforme a visão de certos conceitos essenciais – o verdadeiro propósito da vida, a natureza do progresso, o significado da verdadeira felicidade e bem-estar, e a posição que os objetivos materiais devem assumir na vida individual e familiar. Sob esta luz, estamos apresentando nos próximos parágrafos alguns comentários sobre a família e sua influência nos afazeres sociais e econômicos, na esperança de que venham a ajudá-los em sua dedicação ao diálogo construtivo com seus compatriotas.

A justiça social só será alcançada quando cada membro da sociedade desfrutar um relativo grau de prosperidade material e der a devida atenção à aquisição de qualidades espirituais. Assim, a solução das dificuldades econômicas que prevalecem é buscar tanto a aplicação de princípios espirituais como a implementação de métodos e abordagens científicas. A unidade familiar oferece um palco ideal no qual podem ser moldados aqueles atributos morais que contribuem para uma visão apropriada da riqueza material e de sua utilização.

Referindo-se às exigências do mundo material, Bahá’u’lláh afirmou que para a realização de cada fim foi designado um meio. Uma conclusão natural que se pode tirar de uma reflexão sobre este princípio fundamental é que se deve ter cuidado para fazer distinção entre “meios” de “fins”; caso contrário, aquilo que se pretende usar como mero instrumento pode se tornar o próprio objetivo da vida do indivíduo. A aquisição de riqueza é um exemplo disso; é aceitável e louvável na medida em que serve como meio para a aquisição de objetivos mais elevados – para a satisfação das necessidades básicas, para fomentar o progresso da família, para promover o bem-estar da sociedade, e para contribuir para o estabelecimento de uma civilização mundial. Mas, fazer da acumulação de riqueza o propósito central da vida é indigno de qualquer ser humano.

Uma ideia estreitamente relacionada ao acima exposto, e em pleno acordo com o espírito dos ensinamentos bahá’ís, é que o fim não serve para justificar os meios. Por mais construtivo e nobre que seja o objetivo, por mais significativo que seja à vida do indivíduo e ao bem-estar da sua família, não deve ser alcançado através de meios impróprios. Infelizmente, muitos líderes de hoje – políticos, sociais e religiosos – bem como diretores de mercados financeiros, executivos de corporações multinacionais, chefes de comércio e indústria, e pessoas comuns, sucumbem à pressão social e ignoram o chamado de sua consciência; justificam quaisquer meios para alcançar seus objetivos.

A legitimidade da riqueza, segundo indica ‘Abdu’l-Bahá, depende de como ela é adquirida e como é utilizada. Com relação a isso, Ele declarou que “a riqueza é louvável ao máximo grau, se for adquirida pelos esforços do próprio indivíduo e a graça de Deus, através de comércio, agricultura, ofício e indústria”, se as medidas adotadas pelo indivíduo em gerar riqueza servirem para “enriquecer a generalidade das pessoas”, e se a riqueza assim obtida for utilizada para “fins filantrópicos” e “a promoção do conhecimento”, para o estabelecimento de escolas, indústria e o avanço da educação, e para o bem geral da sociedade.

Reflitam sobre a importância das palavras de ‘Abdu’l-Bahá, complexas e sutis ao mesmo tempo. Completamente à parte dos imensos obstáculos ao emprego e serviço que certos elementos fanáticos colocaram no seu caminho, uma multidão de forças negativas, geradas pelo materialismo e corrupção, tão difundidas no mundo, apresentam um desafio ainda maior na defesa dos padrões bahá’is de conduta em relação a assuntos financeiros. No entanto, seguindo os passos de seus antepassados espirituais, vocês permanecem destemidos, esforçando-se sinceramente em reforçar dentro das suas famílias, especialmente em seus filhos, atitudes baseadas na guia divina diante da riqueza material. Seria bom os membros da geração mais nova ponderarem sobre a declaração de ‘Abdu’l-bahá, acima citada, na qual Ele condiciona a aquisição da riqueza ao trabalho diligente e à graça de Deus. Que avaliem cuidadosamente em seus corações e mentes a diferença entre, de um lado adquirir riqueza através de esforço honesto em campos como agricultura, comércio, artes e indústria, e do outro, obtê-la sem trabalho ou através de meios ilícitos. Que considerem as conseqüências de cada um para o desenvolvimento espiritual do indivíduo, bem como o progresso da sociedade, e perguntem a si próprios quais as possibilidades de gerar renda e adquirir riqueza que atraiam as confirmações do alto. Certamente, enquanto fizerem isso, tornar-se-á evidente que o que atrairá as bênçãos de Deus e assegurará a verdadeira felicidade, tanto neste mundo como no vindouro, é o desenvolvimento de qualidades espirituais, tais como a honestidade, fidedignidade, generosidade, justiça, e consideração pelos outros, e o reconhecimento de que meios materiais devem ser despendidos para a melhora do mundo.

Muitos reconhecerão prontamente que a aquisição da riqueza deve ser governada por requisitos de justiça que, como princípio, podem ser expressos em diversos graus, em diferentes níveis. Um empregador e um empregado, por exemplo, estão ligados por leis e convenções que regulam seu trabalho, e espera-se que cada um deles cumpra suas responsabilidades com honestidade e integridade. Em outro nível, contudo, para perceber as implicações mais profundas da justiça, as outras duas precondições para legitimar a aquisição da riqueza, acima mencionadas, devem ser levadas em conta, e as normas prevalecentes repensadas à luz delas. Aqui, a relação entre renda mínima e o custo de vida merece avaliação cuidadosa – especialmente em vista da contribuição dos trabalhadores para o sucesso da companhia e, segundo observado por ‘Abdu’l-bahá, seu direito a uma justa participação nos lucros. A grande margem, muitas vezes injustificada, entre os custos de produção de certos bens e seu preço de venda também requer atenção, assim como a questão da geração de riqueza mediante medidas que “enriqueçam a generalidade das pessoas”. O que tal reflexão e investigação sem dúvida deixará bem claro é que certas abordagens de obtenção de riqueza – muitos dos quais envolvem a exploração de outros, a monopolização e manipulação de mercados, e a produção de bens que promovem a violência e a imoralidade – são indignas e inaceitáveis.

Hoje, o mundo está assolado por um conjunto de forças destrutivas. O materialismo, consolidado no Ocidente, espalhou-se agora para todos os cantos do planeta, criando, em nome de uma economia global forte e do bem estar humano, uma cultura de consumismo. Com habilidade e engenhosidade, promove um hábito de compulsão que busca satisfazer os desejos mais degradantes e egoístas, ao mesmo tempo em que estimula o dispêndio da riqueza de modo a prolongar e exacerbar o conflito social. Como é vã e tola essa visão mundial! E entrementes, uma crescente maré de fundamentalismo, que consigo traz um entendimento excessivamente estreito de religião e espiritualidade, continua a reunir força, ameaçando mergulhar a humanidade em rígido dogmatismo. Em sua forma mais extrema, ele condiciona a resolução dos problemas do mundo à ocorrência de eventos derivados de idéias ilógicas e supersticiosas. Professa apoiar a virtude enquanto, na prática, perpetua opressão e ganância. Entre os resultados deploráveis da influência de tais forças está uma confusão que se aprofunda entre a juventude de todos os lugares, um senso de desesperança em meio àqueles que deveriam impulsionar o progresso, e a emergência de miríades de males sociais.

A chave para resolver estas enfermidades sociais está nas mãos de uma geração jovem convencida da nobreza dos seres humanos; procurando ansiosamente um entendimento mais profundo do verdadeiro propósito da existência; capaz de distinguir entre religião divina e mera superstição; com a clara visão da ciência e religião como dois sistemas independentes, porém complementares, de conhecimento que impulsionam o progresso humano; conscientes e atraídos à beleza e poder da unidade na diversidade; seguros no conhecimento de que a verdadeira glória da pessoa se encontra no serviço ao seu país e aos povos do mundo; e atento ao fato de que a aquisição da riqueza é louvável somente se for alcançada através de meios justos e utilizada para objetivos benévolos, para a promoção do conhecimento e para o bem comum. Desse modo, nossos preciosos jovens devem se preparar para ombrear as tremendas responsabilidades que os esperam. E assim eles se mostrarão imunes à atmosfera de ganância que os cerca e se apressarão sem vacilar ao encalço de seus nobres objetivos.

Nossa esperança é que, enquanto vocês consultam sobre estes assuntos com os amigos, parentes, vizinhos e colaboradores, vocês se verão cada vez mais capazes de contribuir para o desenvolvimento social e econômico de seu país e para o bem-estar e prosperidade de todos. Nós ofereceremos orações nos Sepulcros Sagrados para o progresso do nobre povo do Irã e pelo contínuo sucesso de seus esforços.

[Assina: A Casa Universal de Justiça]

 
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Publicado por em 20 de novembro de 2011 em Textos Sagrados

 

A HORA chegou?

Somos uma juventude privilegiada por viver nessa época extraordinária da Fé, onde os gigantes espirituais do passado queriam viver nesse Dia. Momento esse de eliminar as falsas dicotomias, temos que repensar nessa relação entre serviço e estudo, padrão de vida bahá’í e nosso convívio com nosso círculo de amigos, entre prosperidade material e serviço à Fé.

Hoje temos todas as condições para o estabelecimento de um movimento bahá’í de juventude sólido. Chegou a hora de fazer não somente o que queremos, mas sim o que o Centro do Convênio (atualmente a Casa Universal de Justiça) está nos solicitando.

Respondam agora a pergunta que o Conselheiro Pejman fez ao final de sua carta aos jovens do Brasil: Como a juventude brasileira vai responder aos desafios do Plano de 5 Anos?

Aqueles que tem vontade de concluir os livros da sequência, terminaram a sequência de forma intensiva e não tiveram o privilégio de fazer a prática, querem abrir uma atividade central, servir em seus agrupamentos, se levantar para ano de serviço, sair como pioneiro, e não sabe como, tirem suas dúvidas aqui ou mande um email (anis.sami@gmail.com) posso tentar ajudar ;)

Forte abraço a todos

 
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Publicado por em 27 de outubro de 2011 em Textos Sagrados

 

Existência do mal ou falta do bem?

“Numa palavra, as realidades intelectuais, tais como as admiráveis qualidades e perfeições do homem, são puramente boas e existem. O mal é simplesmente sua inexistência. Assim, ignorância é apenas falta de conhecimento, bem como erro significa a falta de orientação. Quando nos falha a memória, chamamos isso de esquecimento, e quando o bom senso se ausenta, alegamos a presença de estupidez. Nenhum destes males, no entanto, realmente existe.

De modo idêntico, as realidades sensíveis são absolutamente boas; é de sua ausência que o mal provém. Assim a cegueira é a falta da visão, bem como a surdez significa a falta da audição. A pobreza implica na carência da riqueza, a doença na da saúde, a fraqueza na da força, e a própria morte nada mais é que a falta de vida.”

-Abdu’l-Bahá, Esplendor da Verdade-

 
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Publicado por em 31 de agosto de 2011 em Textos Sagrados

 

A história das coisas

“Quando o homem permite ao espírito, através da alma, iluminar seu entendimento, então ele contém toda a Criação… Mas, por outro lado, quando o homem não abre a mente e o coração às bençãos do espírito, e sim inclina a alma para o lado material, na direção da parte corporal de sua natureza, então ele desce de sua alta posição e torna-se inferior aos habitantes do mais baixo reino animal.”

-’Abdu’l-Bahá, pag. 19-

 
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Publicado por em 28 de agosto de 2011 em Textos Sagrados

 

Honra e exaltação do homem!

Em que consiste a honra e exaltação do homem?

Abdú’l-Bahá explica que ambos consistem em algo mais que bens materiais:

“Os confortos materiais são apenas ramos, mas a raiz da exaltação do homem são as boas qualidades e virtudes que adornam sua realidade.”

 
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Publicado por em 21 de agosto de 2011 em Textos Sagrados

 

Liberdade: Como estou usufruindo dela?

“Diante da coragem dos nossos irmãos de geração no Irã não seria razoável pensar que os demais jovens bahá’ís do mundo responderão “irrestritos como o vento” pela liberdade que usufruem? Eu posso estar tranqüilo somente com os meus estudos e minha profissão enquanto sei que jovens bahá’ís da minha idade no Irã não podem estudar nas universidades, devem sobreviver com o pouco que conseguem ganhar e ainda assim servem sistematicamente à Fé?”

-Extraído da mensagem do Conselheiro aos Jovens-

 
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Publicado por em 16 de agosto de 2011 em Textos Sagrados

 

Exemplos para nosso futuro!

 

  • Quais são os tipos de educação oferecidas hoje? E onde conseguimos recebe-las?
  • Como podemos evitar que estes sejam os exemplos dados a próxima geração?

 

 
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Publicado por em 14 de agosto de 2011 em Videos

 

Bem vindos!

Queridos jovens amigos,

Neste blog teremos espaço de sobra para nos aprofundarmos nos escritos e guias oferecidas aos jovens do mundo. Textos sagrados, cartas, mensagens e outras passagens escritas aos jovens serão oferecidas aqui.

No ambiente ISGP estaremos colocando novidades sobre os próximos e posts de amigos que já participaram e podem compartilhar com todos as experiências.

Já em Ação todos aqueles que quiserem compartilhar experiências de ensino, que se encontra atualmente em ano de serviço, ou na arena do pioneirismo. Também servirá como um reservatório de guias e escritos para ajudar a todos que estão ou desejam seguir este caminho de serviço.

Em Jovens vai ter de tudo, histórias do passado, presente, e o que planejam para o futuro. Como os jovens de sua comunidade estão contribuindo para o avanço do Plano de 5 anos.

E segue também a mensagem que o Jovem Conselheiro Pejman Samoori escreveu para os jovens do Brasil encorajando e incentivando todos a participarem deste momento histórico da Fé Bahá’í no mundo!

 
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Publicado por em 11 de agosto de 2011 em Boas Vindas

 

Juventude Bahá’í

“Abençoado é aquele que nos primórdios de sua juventude e no apogeu de sua vida levanta-se para servir a Causa do Senhor desde o início até o fim, e adorna seu coração com Seu amor. A manifestação de tal graça é maior que a criação dos céus e da terra. Abençoado os persistentes e bem estarão aqueles que são firmes em seus propósitos.

-dos Escritos de Bahá’u'ulláh-

 
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Publicado por em 11 de agosto de 2011 em Textos Sagrados

 
 
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